Como eu trabalho
Meu trabalho costuma acontecer na fronteira entre capacidade de modelo e realidade operacional: o ponto em que APIs, avaliação, fluxo de dados e confiança do usuário pesam tanto quanto o algoritmo em si.
Em vez de pensar IA como um artefato isolado, eu a trato como parte de um sistema maior que precisa passar por integração, governança, rollout e manutenção sem perder utilidade.
E por isso que eu costumo atuar além do treinamento de modelos: backend, entrega, observabilidade, retreinamento e alinhamento com as equipes que vão conviver com a solução.